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04

Outubro

Wine abre a sua primeira loja física

Com um investimento de aproximadamente 500 mil reais, o espaço de 180 metros quadrados abriga cerca de metade dos 800 rótulos disponíveis do site. O mobiliário pode ser adaptado para palestras, eventos ou jantares com degustação.

O espaço deverá ser integrado com a operação online: os preços e promoções serão os mesmos e será possível comprar pelo site e retirar na loja. A cidade de Belo Horizonte foi escolhida por conta da concentração de assinantes do clube de vinhos da Wine, a maior do país.

Esse é o primeiro grande lançamento de Marcelo D’Arienzo, que assumiu a liderança da Wine em janeiro no lugar de Rogério Salume, que passou a ocupar a presidência do conselho de administração. Com o ponto físico, o presidente espera se aproximar mais do seu público consumidor, além de oferecer uma vitrine para os negócios B2B da companhia, voltados a outras empresas, como restaurantes e redes varejistas.

Ter um espaço físico também é essencial para vender mais no online, já que o lugar servirá como um estoque avançado. Em um teste, a empresa descobriu que, ao oferecer entregas no mesmo dia ou até no dia seguinte, as vendas pela internet cresceram 30%. Por enquanto, essa modalidade de entrega está disponível apenas em Vitória, ES, onde fica a sede da companhia, mas com a abertura de espaços físicos a opção chegará a novas cidades.

No ano que vem, os planos são de abrir uma nova loja por mês. Os investimentos planejados para os próximos anos são de 50 a 60 milhões de reais, o que inclui a expansão da rede de lojas, gastos em marketing e o lançamento do programa de fidelidade, o Wine Up.

Com o programa, a ideia é premiar os consumidores mais assíduos e permitir que eles avaliem e indiquem os seus vinhos preferidos para amigos. Entre os investidores da empresa, está a Península, empresa de investimentos do empresário Abilio Diniz.

Reposicionamento
Nos últimos meses, D’Arienzo se dedicou a estudar o posicionamento da Wine no mercado de vinhos e decidiu voltar o foco para o clube de vinhos, seu principal produto, ao invés das compras individuais ou em promoções.

“Para vender garrafas de vinho, o mercado é muito competitivo e é difícil se diferenciar. Por isso, decidimos nos voltar ao mercado de assinatura”, diz o executivo.

Diferenciar o negócio hoje é essencial para a Wine. Quando a empresa surgiu, há 10 anos, o mercado de vinhos era ainda menor do que é hoje. As garrafas chegavam ao país apenas pelas mãos de importadoras e só era possível comprar em grandes varejistas ou lojas especializadas.

A Wine tirou a intermediação de importadoras e varejistas para oferecer um preço mais barato pela internet. Hoje, ela não é a única a oferecer esse serviço. Cerca de 15% das vendas de vinhos finos no Brasil já são feitas pela internet.

Assim, o foco no clube de assinaturas pode ser uma chance de expor melhor a marca da Wine. Para o presidente, a assinatura pode oferecer mais do que a chance de repor garrafas na adega: “é uma oportunidade de entretenimento e de conhecer mais sobre a bebida.”

A média brasileira de consumo de vinho é de 1,7 litro por pessoa, mas os assinantes consomem cerca de 55 litros da bebida por ano. “Concentramos no que fazemos bem e conversamos com um público menor, mas que entende nossa proposta de valor”, diz D’Arienzo.

Ao focar na assinatura, a empresa aumenta a recorrência de compra, dando mais previsibilidade às receitas. Também diminui a necessidade de promoções para atrair novos clientes.

Fonte: Exame.com

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